Origem e Historia
Há registros de práticas mágicas em diversas épocas e civilizações. Supõe-se que o caçador primitivo, entre outras motivações, desenhava a presa na parede da caverna antevendo o sucesso da caça. Posteriormente adquiriu o ritual de enterrar os mortos e nomeou as forças da natureza que desconhecia, dando origem à primeira tentativa de compreensão da realidade, o que chamamos de mito.
Segundo o Novo Testamento bíblico, por exemplo, são três magos os primeiros a dar as boas vindas a Jesus recém-nascido. No Velho Testamento, há a disputa mágica entre Moisés e os Magos Egípcios. Nos Vedas, no Bhagavad Gita, no Alcorão, nos diversos textos sagrados existem relatos similares.
Praticamente todas as religiões preservaram suas atividades mágicas
ritualísticas, que se confundem com a própria prática religiosa - a
celebração da Comunhão pelos católicos, a incorporação de entidades pelos médiuns espíritas, a prece diária do muçulmano voltado para Meca ou ainda o sigilo (símbolo) do caboclo riscado no chão pelo umbandista.
Os antigos acreditavam no poder dos homens e que através de magia eles poderiam comandar os deuses. Assim, os deuses são, na verdade, os poderes ocultos e latentes na natureza.
Durante o período da Inquisição, os magos foram perseguidos, julgados e queimados vivos pela Igreja Católica, pois esta acreditava que a magia estava relacionada com o diabo e suas manifestações.
A magia, segundo seus adeptos, é muitas vezes descrita como uma ciência que estuda todos os aspectos latentes do ser humano e das manifestações da natureza. Trata-se assim de uma forma de encarar a vida sob um aspecto mais elevado e espiritual. Os magos, utilizando-se de atividades místicas e de autoconhecimento, buscam a sabedoria sagrada e a elevação de potencialidades do ser-humano.
A magia é também a ciência de simpatia e similaridade mútua, como a ciência da comunicação direta com as forças sobrenaturais, um conhecimento prático dos mistérios ocultos na natureza, intimamente relacionada as disciplinas ditas ocultas, como o hermetismo do antigo Egito, como a Alquimia, a Gnose, a Astrologia. Para Aleister Crowley, é "a arte de provocar mudanças a partir da vontade" No final do século XIX ressurgiu, principalmente após a publicação do livro A Doutrina Secreta, de Helena Petrovna Blavatsky e pela atuação da Ordem Hermética do Amanhecer Dourado (Hermetic Order of the Golden Dawn), na Inglaterra, que reviveu a magia ritualística e cerimonial.
Pratica da Magia
A prática da magia requer o aprendizado (pelo iniciado, pelo xamã, pelo sacerdote, etc.) de diversas técnicas de autocontrole mental, como a meditação e a visualização. Franz Bardon, proeminente mago do século XX, afirmava que tais exercícios tem como objetivo equilibrar os quatro elementos presentes na psique do mago, condição indispensável para que o praticante pudesse se envolver com energias mais sutis, como a evocação e a invocação de entidades, espíritos e elementais (seres da Natureza), dentro de seu círculo mágico de proteção. Outras práticas mágicas incluem rituais como o de iniciação, o de consagração das armas mágicas, a projeção astral, rituais festivos pagãos de celebração, manipulação de símbolos e outros com objetivos particulares.
Livro: representa a sabedoria; Nele são escritos fundamentos,
inúmeras formas de Rituais, tratados, pactos, receitas de trabalhos de
magia e feitiços; o idioma varia conforme a importância, significado ou
tipo de assunto, pode ser em hebreu, latin, português ou símbolos de
significados importantes dentro da Magia; Chicote: representa o poder
dominador; Pode ser de qualquer material, mas a preferência é todo de
couro; Espada: representa o poder de defesa e ataque; Pode ser de
qualquer metal e, o tamanho pode variar, desde pequena como usadas por
antigos soldados romanos como grandes utilizadas nas forças armadas
atuais; Corda: representa o poder de segurança, apoio e auto-controle;
pode ser de qualquer material e deve dar duas voltas na cintura; A mesma
é utilizada para apoiar a espada na cintura; Anel: representa a
nobreza; Pode ser de qualquer metal, o mais indicado é que seja de prata
e que possua uma ou mais pedras; Cores indicadas de pedras: preta,
vermelha, branca ou verde; Faca ou punhal: sem representação; Utilizada
para diversos fins, o cabo sempre na cor branca, independente do
material; Adja: não faz parte das ferramentas, contudo, se for do
interesse do Iniciado ou Mago, poderá utilizar este instrumento em
alguns Rituais; Pode-se utilizar tantos Adjas quanto desejar desde que o
número de “bocas cantando”, somadas, não tenham uma quantia par, o
caldeirão: utilizado para queimar insenços ou fazer poçoes, a varinha:
para direcionar energia, a vassoura: para dissipar e varrer energias
negativas.
Não existem trajes obrigatórios para a prática da Magia Universal. O
indicado é que, dependendo do Ritual, use-se roupas totalmente pretas ou
totalmente brancas. Existem cores específicas para cada propósito, mas
isto fica a critério individual;
Todos os Iniciados serão ensinados que devem buscar conhecimento
sobre as Leis Estaduais e Municipais de onde quer que venham à
trabalhar, que devem realizar seus Rituais e Trabalhos de forma que não
agrida a natureza ou se for impossível, agir de forma que menos agrida a
natureza; Receberão também, conhecimento de que as vias públicas devem
ser utilizadas apenas em casos inevitáveis e de extrema emergência e, de
que não devem utilizar materiais de vidro, barro, plástico, papel ou
material de grande porte, assim como é totalmente contra os Fundamentos e
Práticas da Magia Universal sacrificar ou despachar animais em vias
públicas;
Há registros de práticas mágicas em diversas épocas e civilizações. Supõe-se que o caçador primitivo, entre outras motivações, desenhava a presa na parede da caverna antevendo o sucesso da caça. Posteriormente adquiriu o ritual de enterrar os mortos e nomeou as forças da natureza que desconhecia, dando origem à primeira tentativa de compreensão da realidade, o que chamamos de mito.
Segundo o Novo Testamento bíblico, por exemplo, são três magos os primeiros a dar as boas vindas a Jesus recém-nascido. No Velho Testamento, há a disputa mágica entre Moisés e os Magos Egípcios. Nos Vedas, no Bhagavad Gita, no Alcorão, nos diversos textos sagrados existem relatos similares.
Os antigos acreditavam no poder dos homens e que através de magia eles poderiam comandar os deuses. Assim, os deuses são, na verdade, os poderes ocultos e latentes na natureza.
Durante o período da Inquisição, os magos foram perseguidos, julgados e queimados vivos pela Igreja Católica, pois esta acreditava que a magia estava relacionada com o diabo e suas manifestações.
A magia, segundo seus adeptos, é muitas vezes descrita como uma ciência que estuda todos os aspectos latentes do ser humano e das manifestações da natureza. Trata-se assim de uma forma de encarar a vida sob um aspecto mais elevado e espiritual. Os magos, utilizando-se de atividades místicas e de autoconhecimento, buscam a sabedoria sagrada e a elevação de potencialidades do ser-humano.
A magia é também a ciência de simpatia e similaridade mútua, como a ciência da comunicação direta com as forças sobrenaturais, um conhecimento prático dos mistérios ocultos na natureza, intimamente relacionada as disciplinas ditas ocultas, como o hermetismo do antigo Egito, como a Alquimia, a Gnose, a Astrologia. Para Aleister Crowley, é "a arte de provocar mudanças a partir da vontade" No final do século XIX ressurgiu, principalmente após a publicação do livro A Doutrina Secreta, de Helena Petrovna Blavatsky e pela atuação da Ordem Hermética do Amanhecer Dourado (Hermetic Order of the Golden Dawn), na Inglaterra, que reviveu a magia ritualística e cerimonial.
A prática da magia requer o aprendizado (pelo iniciado, pelo xamã, pelo sacerdote, etc.) de diversas técnicas de autocontrole mental, como a meditação e a visualização. Franz Bardon, proeminente mago do século XX, afirmava que tais exercícios tem como objetivo equilibrar os quatro elementos presentes na psique do mago, condição indispensável para que o praticante pudesse se envolver com energias mais sutis, como a evocação e a invocação de entidades, espíritos e elementais (seres da Natureza), dentro de seu círculo mágico de proteção. Outras práticas mágicas incluem rituais como o de iniciação, o de consagração das armas mágicas, a projeção astral, rituais festivos pagãos de celebração, manipulação de símbolos e outros com objetivos particulares.
As ferramentas
As ferramentas trabalho do Iniciado (quando for o caso) ou o Mago, são:
Livro: representa a sabedoria; Nele são escritos fundamentos,
inúmeras formas de Rituais, tratados, pactos, receitas de trabalhos de
magia e feitiços; o idioma varia conforme a importância, significado ou
tipo de assunto, pode ser em hebreu, latin, português ou símbolos de
significados importantes dentro da Magia; Chicote: representa o poder
dominador; Pode ser de qualquer material, mas a preferência é todo de
couro; Espada: representa o poder de defesa e ataque; Pode ser de
qualquer metal e, o tamanho pode variar, desde pequena como usadas por
antigos soldados romanos como grandes utilizadas nas forças armadas
atuais; Corda: representa o poder de segurança, apoio e auto-controle;
pode ser de qualquer material e deve dar duas voltas na cintura; A mesma
é utilizada para apoiar a espada na cintura; Anel: representa a
nobreza; Pode ser de qualquer metal, o mais indicado é que seja de prata
e que possua uma ou mais pedras; Cores indicadas de pedras: preta,
vermelha, branca ou verde; Faca ou punhal: sem representação; Utilizada
para diversos fins, o cabo sempre na cor branca, independente do
material; Adja: não faz parte das ferramentas, contudo, se for do
interesse do Iniciado ou Mago, poderá utilizar este instrumento em
alguns Rituais; Pode-se utilizar tantos Adjas quanto desejar desde que o
número de “bocas cantando”, somadas, não tenham uma quantia par, o
caldeirão: utilizado para queimar insenços ou fazer poçoes, a varinha:
para direcionar energia, a vassoura: para dissipar e varrer energias
negativas.
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